O jogo

O maldito jogo
Do qual não é possível fugir
E o qual todos tentam vencer

Desde as eras primordiais
Como em campo de batalha
Luta o humano, o tolo e o fraco
Ao lado do “touro”, do monstro e do bispo

O jogo
Não ganho
No qual se vê definhar
Até desistir
Ou apanhar
Mas
(E parece padrão)
Nunca ganhar

Tolo, humano
Se pôs
Também a jogar
Com a pífia esperança
De a banca quebrar

Mas
Pobre coitado
Prévio derrotado
Amuado, cansado
Senta-se a mesa
Querendo continuar

Olha o Tempo
O dono do jogo
Que o observa
Com sorriso amarelo
Em seus lábios roxos
Murmurando baixinho
“Pare, garoto
Eu já te venci”

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